By Caio Roger -
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O Switch 2 finalmente chegou, e sim: é uma verdadeira evolução em relação ao modelo original. Mas apesar de muitos acertos, ainda peca em áreas que já deveriam estar resolvidas.
Visual premium: corpo mais elegante, melhor acabamento e novo dock com ventoinha.
Joy-Cons 2 aprimorados: analógicos maiores, acoplamento magnético e novo “modo mouse”.
Tela maior e melhor: 7,9", 120 Hz, HDR e menos reflexo — mas não é OLED.
Desempenho sólido: roda jogos como Cyberpunk 2077 e Street Fighter 6 com ótima qualidade.
Pro Controller 2 excelente: mais ergonômico, refinado e com suporte NFC.
Retrocompatibilidade real: jogos do Switch 1 rodam melhor, com melhorias visíveis.
Boa refrigeração: console silencioso e sem superaquecimento.
Game Chat nativo: finalmente sem depender de celular (mas com limitações…).
Sistema operacional ultrapassado: interface praticamente idêntica ao Switch 1, sem apps populares como YouTube ou Crunchyroll.
Modo dock sem VRR: mesmo com HDMI 2.1, não há suporte para taxa variável em TVs.
Joy-Cons ainda com riscos de drift: sem analógicos com hall effect.
Modo mouse é criativo, mas desconfortável: conceito legal, usabilidade ruim.
Tela não é OLED: mesmo com melhorias, é um downgrade comparado ao Switch OLED.
Poucos jogos otimizados no lançamento: e 120 Hz quase sem uso prático até agora.
Game Chat será pago: gratuito só até 31/03/2026, depois exige Switch Online.
Câmera ruim: fraca e pouco funcional, mas aceita câmeras USB externas.
Carregamento lento: mesmo com carregador de 60W, leva horas para completar a carga.
Armazenamento limitado: 256 GB UFS é melhor que antes, mas sem SSD e ainda pequeno.
Sistema de empréstimos complicados: função de compartilhar jogos piorou.
Comparado a PCs portáteis como ROG Ally ou Steam Deck:
Ganha em custo-benefício (mais barato).
Perde em poder bruto, customização e recursos modernos, como geração de quadros.
Jogos pesados: ~2h20
Jogos leves/indies: até 5h
Carregamento lento, especialmente com o console ligado.
Sim — com ressalvas.
O Switch 2 é um passo certeiro da Nintendo, entregando muito mais potência e qualidade de vida ao usuário, mas ainda refém de escolhas conservadoras e um sistema travado no passado. Ele acerta onde importa (jogabilidade, performance e portabilidade), mas quem espera um salto completo em modernidade, vai se frustrar em alguns pontos.